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Jornal do Fla

·20 de abril de 2026

‘Caso Dodien’: Justiça nega pedido de Dunshee e mantém processo

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou o pedido de habeas corpus feito por Rodrigo Dunshee, ex-vice-presidente geral do Flamengo, para trancar a ação penal contra ele. Com a decisão, o ex-dirigente segue como réu por calúnia, injúria e difamação no caso envolvendo o perfil fake do ‘Caso Dodien’

A queixa-crime foi protocolada pelo ex-presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello. Ele acusa Dunshee de utilizar a conta falsa no X (antigo Twitter) ‘Roberto Dodien’ para publicar posts difamatórios. Três desembargadores rejeitaram o trancamento da ação.


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Audiência remarcada e provas do caso

Após dois adiamentos, a audiência de instrução e julgamento foi remarcada para o dia 18 de maio. Nesta fase, o juiz ouvirá os depoimentos de Dunshee, Bandeira de Mello e das testemunhas arroladas para produzir a prova oral antes da sentença definitiva.

As investigações do caso colheram evidências que complicam a defesa do ex-vice-presidente. Entre os registros, constam prints de publicações idênticas feitas simultaneamente no perfil oficial de Dunshee e na conta de “Roberto Dodien”. Além disso, um dos posts foi rastreado como originário da rede Wi-Fi da academia frequentada pelo ex-dirigente.

A origem da polêmica do ‘Caso Dodien’

O caso ganhou enorme repercussão no final do ano passado. Rodrigo Dunshee virou réu por calúnia, injúria e difamação em setembro de 2025, após a Justiça aceitar a queixa-crime protocolada por Eduardo Bandeira de Mello, que foi alvo de postagens difamatórias na rede social X (antigo Twitter).

A acusação aponta que Dunshee estaria por trás do perfil fake nomeado como “Roberto Dodien”. As investigações anexaram ao processo prints que mostram a mesma publicação sendo feita no perfil oficial do ex-VP.

Logo em seguida, após ser apagada, surgindo na conta anônima, que acabou sendo excluída após seguidores notarem a coincidência.

Além disso, a investigação rastreou que uma das postagens do perfil fake foi realizada através de uma rede de internet pertencente a uma academia frequentada pelo ex-VP rubro-negro. Em todas as suas manifestações públicas e judiciais, Rodrigo Dunshee nega veementemente as acusações de que seria o controlador da conta.

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