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·26 de fevereiro de 2026

Ceni lamenta queda do Bahia e fala em “prejuízo gigantesco”

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Após a eliminação do Bahia na fase preliminar da Libertadores, o técnico Rogério Ceni comentou sobre o prejuízo da derrota para o O’Higgins. Com o resultado negativo, o Tricolor de Aço não tem chances de atuar por competições internacionais no restante da temporada.

“Prejuízo gigantesco você não ter o calendário internacional, independente de ser a Copa Libertadores, que era o objetivo, ou nem mesmo a Copa Sul-Americana. Isso é um prejuízo que vai demorar para reverter essa situação”, disse Rogério Ceni.


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“Se passa um ano inteiro para construir uma oportunidade como essa e em 90 minutos, e muitas vezes em um lance bobo, você acaba jogando tudo fora. É algo psicologicamente muito difícil de você reverter de forma imediata.”, afirmou.

Dificuldades ofensivas

Criando muito na primeira etapa, mas com dificuldade de balançar as redes, Ceni ainda destacou as deficiências da equipe em decidir as jogadas. Uma saída de bola equivocada de Ademir resultou no gol da equipe adversária, que levou o duelo para as penalidades.

“Tivemos volume para tentar decidir no primeiro tempo, é uma dificuldade que a gente tem, a gente cria bastante e perde muito gol, faz poucos gols perto do volume de jogadas que cria. Hoje, mais uma vez, se repetiu e pagamos caro nesse erro.”, falou.

“Infelizmente perdemos uma bola que propiciou o gol do adversário no final da jogada e tivemos muitas outras opções de só empurrar a bola.”, pontuou Ceni.

Responsabilidade de Del e mudanças na temporada

Questionado sobre responsabilidade, Ceni explicou por que optou por Dell, de 17 anos, ao invés de outro jogador mais experiente para decidir na disputa de pênaltis. O treinador também comentou sobre a mudança da equipe da temporada passada, que alcançou a fase de grupos da Libertadores.

“O aproveitamento dele foi melhor no treinamento e por isso escolhemos ele para bater. Ele disse que queria bater. A oportunidade é dada, é um garoto, mas ele já bateu em outras situações importantes até com a seleção brasileira, assim como o Everton perdeu também pênalti. Só perde quem está lá assumindo essa responsabilidade!”, explicou.

“É uma mudança de característica do time para este ano, ano passado era um time muito técnico que construía muito, tocava muita bola e tinha pouca agressividade. O time é mais ou menos parecido com o que era ano passado, tivemos a saída de alguns jogadores e a chegada de outros. “, finalizou Ceni.

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