CEO do Atlético fala sobre aporte, projeta futuro e revela faturamento histórico: “Vamos fechar 2025 com R$ 800 milhões em faturamento” | OneFootball

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·03 de fevereiro de 2026

CEO do Atlético fala sobre aporte, projeta futuro e revela faturamento histórico: “Vamos fechar 2025 com R$ 800 milhões em faturamento”

Imagem do artigo:CEO do Atlético fala sobre aporte, projeta futuro e revela faturamento histórico: “Vamos fechar 2025 com R$ 800 milhões em faturamento”

Em meio a preparação para o duelo diante o Red Bull Bragantino, amanhã (04), pela 2ª rodada do Brasileirão, o Atlético segue ativo no mercado e mira a contratação de um zagueiro ainda nesta janela de transferência, enquanto busca liberar mais dois nomes para outras equipes.

Ao mesmo tempo, o CEO do clube, Pedro Daniel, participou do Podcast da Galo TV, o ‘Galo Cast’, e falou a respeito de algumas metas financeiras para a atual temporada, revelando que o aporte no clube, que deve acontecer nos próximos meses, será inteiramente para o pagamento de dívidas.


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“O aporte é basicamente para pagar a dívida. Vai ter um novo investimento no futebol? Não. Precisamos ajustar nossa estrutura para que o futebol cresça com o passar do tempo. Deixar de pagar juros para ter investimento no futuro. Hoje, o melhor é que o aporte seja destinado ao pagamento da dívida.”

O dirigente revelou ainda o faturamento histórico do ano passado, que se aproxima dos R$ 800 milhões. Para o CEO, os aportes e ajustes operacionais podem transformar o Galo em potencia em um futuro de médio prazo.

“O clube cresceu muito em receita. Provavelmente vamos fechar 2025 próximos de R$ 800 milhões em faturamento. É uma empresa relevante, com faturamento elevado. O ponto é que houve um movimento inflacionário no futebol: salários e mercado ficaram mais caros, e também ficou mais caro ser competitivo. Esse crescimento não aconteceu na mesma proporção das receitas. Para continuar competitivo, vou ter que arriscar um pouco mais. No Galo, aumentamos o investimento e fizemos altos aportes nos últimos cinco anos, sendo top-3 em investimentos no período. Mas a taxa de juros mudou: antes da pandemia era 2% ou 3%, agora está em 15%. Como consequência, os juros pesam e é preciso honrar os compromissos. O aporte vem para auxiliar nesse ponto. A dívida cresceu, mas a receita também cresceu. Estou confiante de que, com aporte e ajustes operacionais, o Galo terá um futuro interessante no médio prazo.”

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