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·30 de setembro de 2026
Como o Palmeiras pode repor a saída da bet? Entenda

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·30 de setembro de 2026

Com a saída das casas de apostas, o Palmeiras perde a linha mais valiosa da camisa e precisa recompor receita com o que já tem em casa. A Sportingbet paga R$ 100 milhões fixos por temporada, valor que chega a R$ 170 milhões com os bônus atrelados a metas esportivas.
O buraco não se fecha com uma única substituição. Ele se distribui entre quatro fontes que já existem no orçamento e que passam a carregar mais peso a partir de 2027.
170 R$ milhões
o teto que a Sportingbet pagaria ao Palmeiras por temporada, somando os R$ 100 milhões fixos e os bônus atrelados a metas esportivas
O balancete de agosto mostra onde o aperto aparece. O clube orçou R$ 453,1 milhões em rendas diversas para o ano, a rubrica das vendas de jogadores, e realizou R$ 136,9 milhões até agosto — um déficit acumulado de R$ 196 milhões que depende da contabilização da venda de Allan para virar.
Tirar o patrocínio máster desse quadro significa perder receita recorrente, que entra todo mês, e substituí-la por receita pontual, que depende de janela e de classificação. São naturezas diferentes de dinheiro, e é isso que os dirigentes tentaram explicar ao governo.
A diretoria não esperou a definição. A busca por um substituto no espaço máster já começou, com conversas com empresas de outros setores, enquanto a própria Sportingbet diz que as conversas seguem e aposta na análise da medida provisória pelo Congresso.
No futebol feminino, a marca já caiu — é o primeiro efeito prático de um movimento que ainda vai mexer com o orçamento de 2027.







































