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·25 de julho de 2026

Diogo Costa rejeita desafio de AVB e número 2 no FC Porto continuará sem dono

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O Estádio do Dragão será palco, este sábado, a partir das 20h00 (hora de Portugal Continental), do jogo de apresentação do FC Porto aos sócios e adeptos, frente ao Aston Villa. Entre os jogadores mais esperados está Diogo Costa, que regressou recentemente de férias, depois de ter representado Portugal no Campeonato do Mundo.

O internacional português deverá ser o último jogador do plantel orientado pelo treinador italiano Francesco Farioli a ser chamado ao relvado. A decisão prende-se não apenas com o facto de ser o capitão e o nome mais mediático do grupo, mas também porque, segundo a edição deste sábado do jornal O Jogo, irá continuar a envergar a camisola número 99.


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Na passada sexta-feira, o guarda-redes comunicou pessoalmente ao presidente, André Villas-Boas, que optara por recusar o desafio lançado publicamente pelo dirigente a 13 de maio, poucos dias depois da conquista do título de campeão nacional, durante um jantar que juntou adeptos do clube na Assembleia da República.

“Fiz-lhe um desafio, que espero que ele aceite, o de, para o próximo ano, envergar a camisola número 2 do FC Porto. Para nós, seria uma honra enorme”, afirmou, na ocasião, o líder máximo do emblema azul e branco, lembrando que esse número foi utilizado por algumas das maiores figuras da história do clube, entre elas Jorge Costa e João Pinto.

“Para que isso aconteça, ele tem de estar no FC Porto e esse é o meu desejo. Queremos todos contar com o Diogo mais uns anos”, acrescentou, perante os jornalistas, numa alusão ao interesse que o internacional português, que renovou contrato há menos de um ano até 2030, tem suscitado junto de alguns dos principais clubes do futebol europeu.

Diogo Costa ponderou a proposta, mas decidiu continuar ligado ao número 99. O guarda-redes justificou a escolha com o significado especial do dorsal, utilizado pelo seu ídolo, Vítor Baía, e também com o facto de ser o número que passou a usar desde que, na temporada 2020/21, foi promovido à equipa principal por Sérgio Conceição.

A mesma publicação adianta que André Villas-Boas compreendeu os argumentos apresentados pelo guarda-redes. Recorde-se que o jogador apenas utiliza outro dorsal, neste caso o número 1, quando representa a principal seleção portuguesa. Assim, a camisola 2 continuará, para já, sem proprietário.

Decisão de Diogo Costa sem relação com o mercado

A opção de Diogo Costa não está, contudo, relacionada com uma eventual saída do FC Porto. O futuro do guarda-redes tem sido alvo de especulação, devido ao alegado interesse de clubes como Chelsea, Bayern Munique e Barcelona, situação que motivou recentemente uma declaração curiosa de Francesco Farioli, à margem dos trabalhos de pré-época.

“Sabemos quão bom ele é, não é de todo uma surpresa, mas ele é o nosso capitão, ele será o nosso capitão. Falei com ele há uns dias, ele estava focado na seleção no Mundial, agora vai ter uns dias para recarregar baterias e refrescar, para depois voltar e ajudar-nos na próxima época”, começou por apontar.

“Não quero com as minhas palavras atrair o interesse de outros clubes, apenas dizer que oxalá ele volte em breve. O FC Porto é a casa dele. Desejo-lhe sempre o melhor para a carreira, mas oxalá a carreira dele seja aqui connosco no FC Porto (…). Ele vai voltar dentro de poucos dias e depois vamos fechar o aeroporto e a estrada”, concluiu, entre risos.

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