Portal dos Dragões
·23 de setembro de 2026
“Diogo Costa representa todos os nossos valores e eu tenho muito carinho por ele”

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André Villas-Boas, presidente do FC Porto, discursou na gala dos Portugal Football Globes, na Cidade do Futebol, onde o clube recebeu o globo de Mérito Desportivo pela conquista da I Liga. O dirigente ligou o título à capacidade de superação de um grupo marcado por duas grandes perdas, elogiou o trabalho do novo treinador e destacou o papel do capitão Diogo Costa.
Na hora de receber a distinção, André Villas-Boas colocou o coletivo no centro da conquista. Entre a dor, a transformação e o regresso ao título, traçou o retrato de uma equipa unida em torno do símbolo e dos valores do FC Porto, sem esconder o carinho especial pelo guarda-redes portista.
Ao recordar o caminho percorrido, o presidente dos dragões sublinhou o impacto das perdas de Jorge Nuno Pinto da Costa e Jorge Costa, mas também a resposta individual e coletiva do grupo. O elogio estendeu-se ao treinador, aos jogadores e, de forma particularmente pessoal, a Diogo Costa.
“Este prémio e este título são sobretudo a transformação de uma equipa que sofreu duas grandes perdas: Jorge Nuno Pinto da Costa na época 2024/25 e Jorge Costa no início de 2025/26. Houve muita dor pelo meio, muita transcendência individual e coletiva, uma transformação pessoal única destes jogadores, que se uniram em torno do símbolo do FC Porto, dos seus valores, e em torno do seu novo treinador, um homem de especial caráter, que tem desenvolvido um trabalho excelente e que nos trouxe de volta um tão ambicionado título que nos fugia há quatro anos. Foi muito importante reverter o sentido das coisas, voltar a ser campeão, a abraçar o título e isso é tudo mérito deste grupo de trabalho.”, afirmou André Villas-Boas. “Têm uma capacidade única de se focarem no trabalho, com humildade, seriedade, sendo altamente profissionais, e é por isso que este grande capitão [Diogo Costa] é único e singular. Não aceitou o meu desafio, que era algo que me orgulharia e dignificaria a história do número 2 no FC Porto, mas é um grande 99, um grande guarda-redes, que representa todos os nossos valores e eu tenho muito carinho por ele. É um prémio dos jogadores, do coletivo e do trabalho”
O discurso transformou a distinção numa homenagem à resistência do grupo e à identidade portista. No retrato deixado por Villas-Boas, o título surgiu menos como um feito isolado e mais como o resultado de uma equipa capaz de converter a dor em união, trabalho e conquista.















