Jogada10
·29 de abril de 2026
Dirigente da Noruega pede extinção de prêmio da Fifa e critica homenagem a Trump

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·29 de abril de 2026

A presidente da Federação Norueguesa de Futebol, Lisa Klaveness, solicitou o fim do chamado “Prêmio da Paz” da Fifa e colocou em dúvida a legitimidade da honraria concedida pela Fifa. Em entrevista coletiva, a dirigente afirmou que a premiação não tem base institucional e, por isso, deveria ser extinta.

Infantino exibe o troféu da Copa do Mundo para Donald Trump – Foto: Joyce N. Boghosian / Official White House
Além disso, Klaveness criticou diretamente a escolha do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um dos homenageados. Segundo ela, a decisão compromete o princípio de neutralidade política que a entidade máxima do futebol deve preservar. Nesse sentido, a federação norueguesa decidiu apoiar uma denúncia que acusa a Fifa de violar suas próprias regras.
De acordo com o jornal espanhol La Vanguardia, a iniciativa tem origem em uma queixa apresentada pela organização não governamental FairSquare contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino. A entidade norueguesa já havia indicado, logo no início do ano passado, que avaliaria o caso. Agora, confirmou que enviará uma manifestação formal à Fifa, reforçando o apoio à investigação, que será conduzida pelo Comitê de Ética da instituição.
Em sua declaração, Klaveness destacou que a criação do prêmio nunca passou por aprovação no Congresso da Fifa. “Não tem legitimidade e claramente excede o mandato da entidade. É grave que um prêmio com motivação política e sem qualquer base esteja sendo criado”, disse a dirigente.
A premiação em questão foi entregue a Donald Trump em dezembro de 2025, durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, realizado em Washington. Na ocasião, a Fifa justificou que o prêmio, criado no mesmo ano, tinha como objetivo reconhecer ações consideradas relevantes em favor da paz.
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