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·15 de janeiro de 2026

Esforço heroico de Martim Fernandes não teria sido possível sem ação rápida do roupeiro Jardel

Imagem do artigo:Esforço heroico de Martim Fernandes não teria sido possível sem ação rápida do roupeiro Jardel

Embora todos os elementos possam influenciar uma equipa, mesmo os que não entram em campo, o jogo de ontem foi prova disso para o FC Porto. Falamos de Jardel, conhecido no Dragão há décadas como o responsável pelos equipamentos. Em entrevista recente a O JOGO, Farioli realçou a energia e a atitude deste membro da “Famiglia Portista”, tendo-o visto em destaque no clássico – uma expressão que se escrevia vezes sem conta nos anos 90 e que agora assume outro sentido.

Quando reparou no sangue a escorrer pelo rosto de Martim Fernandes, que partiu o nariz logo no início da partida, Jardel percebeu que era necessário intervir prontamente.


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Nos encontros no Dragão, cada jogador do FC Porto dispõe de três camisolas, mas o roupeiro mandou de imediato estampar mais três para o lateral-direito numa sala de apoio junto ao balneário.

Como as regras impedem jogar com equipamento ensanguentado, Martim teve de trocar de camisola quatro vezes, graças à prudência e antecipação de Jardel e à entrega do jogador.

No imediato, o nariz foi “posto no sítio”. Ao intervalo, Martim sentia muitas dores, mas insistiu em continuar a jogar, saindo apenas para a entrada de Alberto Costa já no último quarto de hora.

Se a partida tivesse sido fora, a única hipótese teria sido tentar remover o sangue com álcool.

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