Golaço de Irankunda em mais um <i>take</i> desolador do Brasil | OneFootball

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·25 de setembro de 2026

Golaço de Irankunda em mais um <i>take</i> desolador do Brasil

Imagem do artigo:Golaço de Irankunda em mais um <i>take</i> desolador do Brasil

O novo ciclo para o Brasil começou com velhos defeitos e poucas esperanças de renovação. Com uma atuação mais uma vez dececionante, atuações individuais irreconhecíveis e um coletivo desorganizado, a seleção de Carlo Ancelotti teve de se contentar com um empate a 1-1 contra a frágil Austrália, arrancado no último lance deste primeiro amigável pós-Mundial.

Pior que o resultado brasileiro, foi a total falta de soluções e evolução. Com um meio-campo mais uma vez esvaziado, estrelas como Vinícius Júnior e Raphinha não replicaram o desempenho tido nos seus clubes - o Brasil não encantou nada e poderia ter saído com a derrota, não fosse o golo de Rayan em cima do apito final.


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Alessandro Circati (Benfica) fez 90 minutos no lado direito do trio defensivo dos socceroos.

Os primeiros cinco minutos foram preocupantes para o Brasil. Abusando das tentativas de ligação direta, a seleção foi pressionada pela Austrália, indicando mais uma vez a opção de Ancelotti por um estilo reativo.

O Brasil só conseguiu chegar com algum perigo num contra-ataque de Vini Jr. aos seis minutos. A bola rolada para o centro terminou com finalização para fora de Estevão. A resposta australiana foi imediata e mais efetiva, forçando Hugo Souza a fazer boa defesa num remate de fora da área.

O domínio dos donos da casa foi tamanho que o Brasil só conseguiu trocar passes com alguma tranquilidade depois dos 20 minutos, sem nunca passar a impressão de ser a melhor equipa em campo.

A tendência só se inverteu na reta final do primeiro tempo, com aparente desgaste da seleção australiana, recuando as suas linhas. A diferença de qualidade técnica passou a ser evidente, com o Brasil a desperdiçar duas chances claras perto dos 40, por Raphinha e Bruno Guimarães.

Mesmo assim o Brasil conseguiu a façanha de passar sufoco antes do intervalo, com bolas alçadas na área em escanteio provocando o caos completo na defesa brasileira. Estevão ainda chegou a marcar, mas em lance que começou com falta de Bruno Guimarães e acabou anulado pelo VAR.

O golpe mais duro para a «canarinha» chegou aos 23 do segundo tempo. Irankunda, que n o Sporting até tem sido questionado, aproveitou a cobrança de um livre direto e bateu bonito, ao ângulo. Hugo Souza mal saiu do lugar, mas dificilmente conseguiria chegar a tempo à bola.

Um golaço do extremo contratado pelo emblema de Alvalade. 

Sem nenhuma organização, e no desespero, o Brasil chegou ao empate no último lance do jogo. Um golo chorado, em jogada de canto e cabeçada de Rayan. Um alívio para Ancelotti, mas com pouco para comemorar.

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