<i>AVB</i> insiste na 'santa aliança': «Ainda vamos ver o dérbi de Lisboa terminar com três pontos para cada um» | OneFootball

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·28 de novembro de 2025

<i>AVB</i> insiste na 'santa aliança': «Ainda vamos ver o dérbi de Lisboa terminar com três pontos para cada um»

Imagem do artigo:<i>AVB</i> insiste na 'santa aliança': «Ainda vamos ver o dérbi de Lisboa terminar com três pontos para cada um»

André Villas-Boas assinou mais um editorial da revista Dragões, no qual abordou a reunião que teve recentemente com o Conselho de Arbitragem (CA) e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). O líder portista deixou várias críticas ao alinhamento do calendário e insiste na parceria entre os rivais de Lisboa, Sporting e Benfica, que apelida de «santa aliança».

«Incrivelmente e contra uma votação de 2-6, o FC Porto vê-se obrigado a jogar na segunda-feira, dia 15 de dezembro, com o Estrela da Amadora, na quinta-feira, dia 18, com o Famalicão para a Taça de Portugal, e novamente, no dia 22, segunda-feira, com o Alverca», começou por revelar o dirigente.


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«Tudo normal dirá o leitor, não fosse o facto de o Sporting ter conseguido convencer os demais presentes a dois dias adicionais de descanso antes, joga no sábado dia 13 de dezembro, na quinta-feira dia 18 para a Taça, e recebe um outro dia adicional de descanso depois, pois só joga de novo na terça-feira dia 23», acrescentou

«É esta a equidade que é promovida pela Liga depois do famoso episódio sucedido com a marcação do jogo em Arouca. Uma forma de atuar onde o mesmo clube sai sempre prejudicado e onde as santas alianças se revelam despudoradamente. Ainda vamos ver o dérbi de Lisboa terminar com 3 pontos para cada um.»

«Reforçamos o nosso pedido por maior uniformidade de critérios»

A arbitragem em Portugal também foi alvo de duras críticas por parte de André Villas-Boas, que reforçou a ideia que os critérios não são uniformes: «Reunimos recentemente com o Presidente de FPF e com o Presidente do CA, reforçando o nosso pedido de rapidamente ver assegurada uma maior uniformidade de critérios dos árbitros, a implementação da profissionalização desse setor, uma maior coerência na aplicação dos critérios de meritocracia nas nomeações para jogos de maior grau de complexidade.»

«Sem particularizar e sempre admitindo que as realidades são dinâmicas e necessitam de melhorias e adaptações contínuas, a nossa indignação toma outras proporções perante as tentativas continuadas de dissimular o que são fragilidades evidentes do sistema da Arbitragem em Portugal», concluiu.

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