Jogada10
·01 de julho de 2026
Inimigo íntimo: RD Congo é formada por atletas franceses e da rival Inglaterra

In partnership with
Yahoo sportsJogada10
·01 de julho de 2026

Boa parte dos destaques africanos desta Copa do Mundo tem raízes na Europa e se tornaram “inimigos íntimos” dos adversários. O caso mais emblemático é da RD Congo, cuja seleção, afinal, é composta por mais de 80% de jogadores que nasceram entre França, Bélgica e Inglaterra.
Alás, os britânicos são o próximo desafio dos congoleses, nesta quarta-feira, às 13h, em Atlanta. A partida é válida pela segunda fase e dá vaga nas oitavas para enfrentar o anfitrião México.
E são cinco “espiões” que atuam na Premier League – dois deles na defesa e que precisam parar Harry Kane e companhia. O atacante, vale lembrar, jogou pelo Tottenham de 2014 a 2023.
Wan-Bissaka – lateral que nasceu na Inglaterra e defende o West Ham
Axel Tuanzebe – zagueiro titular do Burnley
Noah Sadiki – nasceu na Bélgica e joga pelo Sunderland
Edo Kayembe – meia nativo da RD Congo que defende o Watford
Yoane Wissa – francês, é um dos atacantes do Newcastle

Inglês de nascimento, Aaron Wan-Bissaka joga na Premier League – Foto: Dan Mullan / Getty Images
Seis titulares têm origem na França, país que colonizou a RD Congo, antigo Zaire. Mpasi e Moutoussamy defendem o PSG e o Lyon, respectivamente. Embora não brilhem por suas equipes, têm papéis importantes na seleção.
Já Bissaka e Tuanzebe desejavam defender a Inglaterra. O lateral de 28 anos chegou a ser convocado, mas sofreu uma lesão, em 2019, e nunca mais voltou à pauta. Assim, mudou de ideia e aceitou o convite congolês durante as últimas Eliminatórias. Por sua vez, o zagueiro nasceu no país africano e até jogou pelo time sub-20 inglês. No entanto, vem defendendo a RD Congo ao longo da carreira profissional.
O técnico Sébastien Desabre crê que a façanha de eliminar os ingleses é possível.
“É verdade que teremos pela frente uma partida difícil, mas de forma alguma é um desafio intransponível. Já provamos contra equipes que eram consideradas superiores à nossa, que somos capazes de fazer uma boa atuação”, declarou.







































