Jogada10
·25 de fevereiro de 2026
John Terry admite frustração por não assumir o Chelsea como interino

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·25 de fevereiro de 2026

John Terry revelou que ficou frustrado por não ter sido escolhido para comandar interinamente o Chelsea após a saída de Enzo Maresca, em janeiro. Ídolo do clube e hoje mentor na base, ele não foi incluído na comissão técnica que dirigiu a equipe contra Manchester City e Fulham.
Em entrevista ao canal Golf Life, Terry explicou como recebeu a decisão.
“Não estou irritado, talvez mais frustrado, porque eu fazia parte daquele grupo de sub-21 que foi chamado”, afirmou.
Ele reforçou que, mesmo sem assumir o cargo principal, gostaria de ter participado do processo.
“Mesmo que não fosse eu a liderar a equipe… o Calum assumiu, foi muito bem e conseguiu um bom resultado. Mas, sinto que deveria ter feito parte disso”, explicou.
Após a saída de Maresca, o clube optou por Calum McFarlane, técnico do sub-21, como interino. Depois, o Chelsea confirmou Liam Rosenior, que estava no Strasbourg, como treinador efetivo. Terry disse respeitar a escolha, mas admitiu não entender os motivos.
“As pessoas precisam tomar decisões, dizer sim ou não. Claramente, a diretoria ou quem decidiu disse não para mim, por algum motivo. Não sei por quê…”, disse.
Além disso, o ex-zagueiro também destacou que possui a Licença Pro da Uefa e diploma da Fifa em liderança, as qualificações máximas para treinadores. Ainda assim, a diretoria preferiu manter alguém que já trabalhava diretamente com Maresca e conhecia o modelo de jogo da equipe, buscando uma transição mais natural.

John Terry ficou decepcionado com diretoria do Chelsea – Foto: Tom Dulat/Getty Images for Premier League
Terry já foi auxiliar de Dean Smith no Aston Villa e no Leicester City. Atualmente, seu trabalho no Chelsea é restrito à base, com pouco contato com o elenco principal, à exceção de atletas formados no clube, como o capitão Reece James.
Além disso, em outra entrevista, à BBC Sport, John Terry já havia demonstrado desânimo com a falta de oportunidades como treinador principal.
“É realmente desanimador. Me candidatei a alguns cargos e não consegui por falta de experiência como treinador principal. Mas, por usar a faixa de capitão do Chelsea e da minha seleção, não sei o que mais posso fazer em termos de liderar equipes e pessoas”, desabafou.









































