Central do Timão
·05 de fevereiro de 2026
Manifestação de torcedoras cobra liberação da Fazendinha para jogos noturnos das Brabas

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·05 de fevereiro de 2026

Torcedoras do Corinthians se reuniram na noite da última quarta-feira (04) na Fazendinha para cobrar uma solução definitiva para a impossibilidade de realização de partidas noturnas no estádio. O protesto marca nove meses desde o último jogo do time feminino disputado à noite no local.
Durante a mobilização, o grupo criticou a ausência de avanços na resolução do problema de iluminação e destacou o impacto direto na rotina das Brabas, que seguem impedidas de mandar jogos no estádio em horários noturnos. As torcedoras também ressaltaram a relevância esportiva da equipe, que recentemente conquistou títulos nacionais e chegou à decisão de competições internacionais.

Foto: Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians
A manifestação ocorreu no mesmo dia em que foi divulgada a tabela das primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro Feminino. Conforme o cronograma apresentado, os compromissos do Corinthians estão majoritariamente agendados para o período noturno, o que aumenta a indefinição sobre os locais das partidas enquanto a Fazendinha segue sem liberação.
“E aí, acende a luz. Nove meses que a Fazendinha não tem luz, e as Brabas estão impedidas de jogar em casa. As Brabas, vice-campeãs mundiais. As campeãs da Libertadores. As campeãs brasileiras.Hoje saiu a tabela do Campeonato Brasileiro Feminino: as Brabas jogam à noite, e todo o local ainda está a definir, porque a gente não pode jogar aqui na Fazendinha. Estamos aqui marcando nove meses de promessas de que tudo seria consertado. Convidamos todos que amam o Corinthians e apoiam o futebol feminino a ajudarem nessa fiscalização e a estarem aqui com a gente, mês a mês, cobrando mais uma vez. Obrigada“, disse uma das torcedoras.
A restrição ao uso do estádio teve início em maio de 2025, após notificação da Federação Paulista de Futebol (FPF), que proibiu jogos à noite devido a falhas no sistema de iluminação. O problema ficou evidenciado na estreia do Paulistão Feminino daquela temporada, quando parte dos refletores não funcionou durante a partida contra o Red Bull Bragantino
Na ocasião, o Corinthians apresentou à entidade um planejamento técnico prevendo etapas de avaliação, elaboração de projeto e execução das obras de modernização do sistema. O cronograma indicava a conclusão ainda em 2025, o que não se concretizou.
Posteriormente, a diretora de futebol feminino do clube, Iris Sesso, explicou que o processo envolve estudos técnicos mais complexos e procedimentos administrativos, o que inviabilizou uma solução em curto prazo. Desde então, não houve atualização oficial sobre a liberação da Fazendinha para partidas noturnas.
Com a interdição mantida, o Corinthians passou a mandar seus jogos em outros estádios. Ao longo do período, a equipe feminina utilizou o José Liberatti em três oportunidades, além do Canindé e do Pacaembu, este último palco de duas partidas.
No Pacaembu, o impacto financeiro foi relevante. A soma das duas partidas realizadas no estádio resultou em prejuízo de R$ 118.407,75, valor que reforça a cobrança por uma alternativa definitiva para que as Brabas voltem a atuar em casa no período noturno.
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