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·23 de setembro de 2026

Nome de Adilson Martins é lançado para avaliar termômetro pré eleição e Olten Ayres pode voltar à situação

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Nome de Adilson Martins é lançado para avaliar termômetro pré eleição e Olten Ayres pode voltar à situação

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Adilson Alves Martins passou a ser o principal nome avaliado pela situação para a eleição presidencial do São Paulo, prevista para a primeira quinzena de dezembro.

Empresário e conselheiro vitalício, ele atua como assessor financeiro da presidência desde março e é um dos coordenadores do grupo Sempre Tricolor.

Nos bastidores, Adilson é considerado o favorito para encabeçar a chapa de continuidade. A candidatura, porém, ainda não está oficializada, e o próprio empresário avalia se conseguirá conciliar uma eventual presidência com suas atividades profissionais.

Segundo apurou o Blog do São Paulo, o nome foi “lançado” para avaliar como termômetro interno e reuniões foram agendadas com sócios e grupos políticos estratégicos.

Adilson ainda não decidiu

Embora tenha ganhado força dentro da situação, Adilson ainda não confirmou que aceitará a missão.

A principal dúvida é pessoal e profissional: o empresário analisa se poderá deixar parte de suas atividades para se dedicar ao comando do clube.

A presidência do São Paulo exigiria participação direta na gestão financeira, política e esportiva em um dos momentos mais delicados da história recente do Tricolor.

Por isso, os grupos que apoiam a atual administração ainda trabalham com cautela e não descartam a necessidade de encontrar uma segunda alternativa. Pode ser Vinicius Medeiros e até José Edgard Galvão se comentou.

Quem é Adilson Alves Martins

Adilson é empresário, conselheiro vitalício e integrante do grupo Sempre Tricolor.

Desde março, ele atua como assessor financeiro da presidência. A função o aproximou dos principais debates sobre as contas do clube e das negociações para reorganizar o fluxo de caixa.

Sua experiência empresarial e sua participação nas discussões financeiras são vistas como pontos positivos pelos grupos da situação.

A indicação também busca apresentar um nome com perfil mais técnico para enfrentar a dívida do São Paulo e recuperar a capacidade de investimento do futebol.

Situação ainda não definiu plano B

Até o momento, os grupos que estão no comando do São Paulo não definiram uma segunda opção.

A ausência de um plano B mostra que Adilson é, hoje, o nome mais forte da coalizão. Ao mesmo tempo, revela a dificuldade da situação para encontrar uma candidatura capaz de unir as diferentes correntes políticas.

O presidente Harry Massis Júnior perdeu força dentro da base que sustenta sua gestão. Entre os grupos da coalizão, apenas o Vanguarda vinha demonstrando apoio à sua eventual candidatura.

Olten Ayres pode voltar à situação

Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo, pode voltar a se aproximar da situação.

O grupo ligado a ele participou da composição da oposição que encaminhou Marcelinho Portugal Gouvêa como candidato à presidência e Fabio Mariz como nome para a presidência do Conselho.

Entretanto, o cenário político ainda está em movimento, e não há uma definição irreversível sobre todas as alianças.

A eventual reaproximação de Olten com a situação poderia alterar o equilíbrio da eleição e ampliar o apoio à candidatura de Adilson.

Oposição já encaminhou chapa

Enquanto a situação ainda discute o candidato, a oposição avançou na composição de sua chapa.

Marcelinho Portugal Gouvêa deve ser o candidato à presidência, com Eduardo Alfano como vice. Fabio Mariz é cotado para disputar a presidência do Conselho Deliberativo.

A composição reúne os grupos Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo e Força São Paulo, ligada ao atual presidente do Conselho, Olten Ayres. Mas, o grupo de Olten perdeu a vice presidência que seria de Carlos Sadi, não teve nenhum nome na composição da chapa de oposição e ele tem um peso que pode pesar para a situação e complicar a oposição.

A chapa ainda precisa cumprir as etapas formais do processo eleitoral.

Eleição será decisiva

A eleição de dezembro será decisiva para o futuro do São Paulo.

O próximo presidente herdará:

  • Dívida superior a R$ 1 bilhão.
  • Salários e direitos de imagem atrasados.
  • Receitas antecipadas.
  • Pressão por reforços para 2027.
  • Necessidade de reorganizar o futebol.
  • Ambiente político dividido.
  • Relação desgastada entre os poderes do clube.

Os candidatos também precisarão apresentar soluções para o MorumBIS, o centro de treinamento, a base de Cotia e a gestão das receitas comerciais.

Perfil buscado pela situação

A escolha de Adilson indica que a situação procura um candidato com perfil diferente do tradicional dirigente político.

O empresário é visto como alguém com conhecimento financeiro e trânsito entre os grupos do Conselho Deliberativo.

A expectativa é que sua candidatura possa transmitir maior controle sobre as contas do clube e oferecer uma resposta à crise financeira.

O desafio será transformar essa percepção em apoio eleitoral e formar uma equipe capaz de executar as propostas.

Termômetro pré-eleitoral

O lançamento do nome de Adilson também funciona como um termômetro político.

A situação pretende avaliar:

  • O nível de apoio dos conselheiros.
  • A receptividade dos diferentes grupos.
  • A possibilidade de união da base governista.
  • A resistência à atual administração.
  • A força da oposição.
  • O eventual retorno de Olten Ayres ao bloco situacionista.

Antes da formalização das chapas, é comum que os grupos testem nomes para medir a reação interna e identificar possíveis alianças.

Cronograma provável

As eleições presidenciais do São Paulo estão previstas para a primeira quinzena de dezembro.

As chapas deverão ser definidas até outubro, e a campanha tende a ganhar intensidade após o encerramento da temporada do futebol profissional.

Até lá, os grupos políticos ainda poderão alterar alianças, trocar candidatos e formar novas composições.

A candidatura de Adilson, portanto, é forte, mas ainda depende de confirmação pessoal e apoio formal da coalizão.

Cenário atual

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