Zerozero
·12 de janeiro de 2026
Real Madrid já é a maior vítima de Raphinha em igualdade com o Portimonense

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·12 de janeiro de 2026

A menção ao nome de Raphinha pode causar arrepios nos adeptos do Real Madrid. Uma vez mais, foi carrasco neste domingo, destacou-se de forma inédita na Supertaça e transformou o arquirrival do Barcelona, o Real Madrid, na sua maior vítima na carreira. Ultrapassou, assim, um clube português nesse registo de maior vítima.
Após viver a sua melhor temporada, elevado ao patamar dos melhores do mundo em 2024/25, Raphinha começou a temporada em baixo devido a uma lesão. Esteve quase dois meses afastado e foi gradualmente recuperando a melhor forma física e técnica sob o comando de Hansi Flick. Nos últimos jogos, demonstrou que a versão da temporada anterior está de volta: sete golos e uma assistência nos últimos cinco jogos.
O regresso ao protagonismo num plantel de estrelas do Barcelona ficou evidente na Supertaça. Desde que o torneio adotou este formato com semifinal e final, em 2019, ninguém demonstrou tal capacidade decisiva. Foram quatro golos e uma assistência em dois jogos para Raphinha - tudo isso em apenas 148 minutos em campo na edição atual do «torneio.»
Raphinha já conta com 11 golos e quatro assistências em 2025/26, embora tenha lidado com lesões e tempo mais limitado em campo: foi titular em 15 partidas. O número de golos, inclusive, é superior aos seus dois primeiros anos completos no Barcelona... Antes de Flick. A chegada do treinador foi um marco para o avançado.
«Foi a pessoa que mudou tudo. Estive quase a sair do clube. Ele falou comigo quando chegou e disse que contava comigo, num papel relevante dentro da equipa. É importante sentir que o treinador te dá confiança para fazer o teu trabalho, independentemente das críticas e da opinião dos outros», reiterou Raphinha sobre o seu técnico.
E apenas um clube sofreu tanto com Raphinha como o Real Madrid. Ao todo, o brasileiro soma sete golos no El Clásico. Todos marcados nos últimos cinco jogos. Com isso, o avançado transformou o Real na sua maior vítima, a par do Portimonense, clube português que enfrentou quando jogava pelo Vitória SC e Sporting, muito antes de se destacar como estrela internacional.









































