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·10 de fevereiro de 2026
Sai Filipe Luís e entra Klopp? Bap fala sobre futuro do comando técnico do Flamengo

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·10 de fevereiro de 2026

O Flamengo vive uma era de ouro após as conquistas do Brasileirão e da Libertadores em 2025, mas o presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap) já olha para o futuro com uma ambição sem limites. Em entrevista ao "Diario As", ele mencionou o nome do técnico Jürgen Klopp como uma possibilidade teórica para o clube, traçando um paralelo com a recente compra histórica de Lucas Paquetá.
Bap não afirmou que está negociando com o alemão para o lugar de Filipe Luís, recém-renovado. O dirigente utilizou o exemplo para ilustrar que, financeiramente, o Flamengo atingiu um nível onde o "impossível" deixou de existir.
Ao ser questionado sobre o futuro de Filipe Luís e uma eventual ida do atual treinador para a Europa, Bap devolveu a pergunta com um cenário ousado. Para ele, se o Flamengo foi capaz de tirar Paquetá da Inglaterra, também pode sonhar com técnicos da elite mundial.
"Creio que, do mesmo modo que Filipe pode, e tem todo o direito, de pensar na Europa, por que não ter um técnico europeu para o Flamengo? Se posso trazer o Lucas Paquetá, por que não poderia trazer o Klopp? Por que não poderia trazer outro treinador?", questionou Bap.
O presidente reforçou que o mundo do futebol está mudando rapidamente e que o Rubro-Negro terá condições econômicas para tais movimentos.
Para justificar essa confiança, Bap relembrou o ceticismo que cercava o clube há pouco tempo. Ele citou as contratações de Samuel Lino (22 milhões de euros) e, posteriormente, de Lucas Paquetá (42 milhões de euros) como provas de força.
"Se alguém tivesse dito há um ano que o Flamengo traria Lucas Paquetá da Inglaterra, ninguém teria acreditado", declarou o presidente ao periódico espanhol.
Apesar de vislumbrar um futuro onde técnicos como Klopp sejam acessíveis, Bap fez questão de valorizar Filipe Luís, a quem chamou de "intelectualmente acima da média".
Sobre a demora na renovação contratual, o presidente explicou que foi necessário alinhar expectativas, já que a visão de longo prazo do clube nem sempre coincide com a carreira pessoal do treinador.
"Não quero me casar com alguém que em seis meses me peça o divórcio. (...) Filipe não pensa no Flamengo daqui a 10 anos. Pode ser que sua carreira siga no Flamengo, mas pode ser que não. (...) Tivemos que ajustar esses aspectos", explicou Bap.
O mandatário finalizou dizendo que seu trabalho é tornar o Flamengo tão vencedor que, seja para jogadores ou treinadores de elite, a decisão de sair seja difícil e a de vir, simples.
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