Selfie da Nação: Para todos entenderem que o Flamengo é do povo | OneFootball

Selfie da Nação: Para todos entenderem que o Flamengo é do povo

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Na última terça-feira (30), o Flamengo derrotou o Ceará por 2 a 1. No entanto, o destaque da partida ficou o décimo segundo jogador do rubro-negro: a Nação. Teve de tudo: cantos de apoio, protesto, invasão ao gramado e até selfie de comemoração. Foi uma noite para os 47 mil presentes não esquecerem.

Mas, um torcedor vai guardar essa partida para sempre: Caio. O rubro-negro esteve pela primeira vez no Maracanã e ainda foi contemplado com uma selfie com os jogadores em uma comemoração. Praticamente um momento único que ficará marcado na sua memória (e na do smartphone também).

Aos três minutos de partida, Diego roubou uma bola na intermediária do Ceará e a bola sobrou livre para Gabigol, que só teve o trabalho de tirar do goleiro. O Príncipe da Nação foi em direção aos seus súditos. Subiu a escada e abraço os torcedores alucinados com o tento marcado. Ali, na Fla Mureta, juntaram-se também Diego, Bruno Henrique, Andreas Pereira e Ramon.

Foi nesse momento que surgiu o Caio. O torcedor entregou o celular para o Diego e o camisa 10 aproveitou para tirar uma selfie da comemoração. Pode ter sido mais um dos 104 gols de Gabigol pelo Flamengo. Mas, para o Caio, deve ter sido um dos mais especiais de sua vida como torcedor. Confira o momento clicando aqui. Visivelmente comovido com a comemoração, Caio ainda falou sobre o momento para o Globoesporte:

“Estou muito emocionado. Foi minha primeira vez no Maracanã.”

Um reflexo claro dos altos preços cobrados pelos ingressos dos jogos do Flamengo. O torcedor vivencia um dos maiores times da história do clube, mas, em contrapartida, está afastado das arquibancadas. Na última partida, os valores das entradas voltaram a ser popular e o resultado tá aí: casa cheia e um estádio pulsante.

Fica a torcida que dirigentes atuais e futuros, e sócios estatutários entendam que o Flamengo pertence ao seu povo, a sua Nação, à maior torcida do mundo. Por menos, gentrificação vinda da Gávea. E por mais “Caios” no Maracanã.

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