Esporte News Mundo
·20 de julho de 2026
Superstição deu certo? Cucurella atende pedido inusitado de campeão de 2010

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A Espanha contou com um ingrediente inusitado na campanha do bicampeonato mundial. Antes da final contra a Argentina, o lateral-esquerdo Marc Cucurella repetiu um ritual que marcou a conquista espanhola em 2010, atendendo a um pedido do ex-jogador Joan Capdevila.
Pouco antes da bola rolar para a decisão, Cucurella retirou uma moeda da meia e a enterrou discretamente na lateral do gramado. A cena foi registrada em vídeo e ganhou repercussão nas redes sociais após a conquista do título.
O gesto foi revelado por Capdevila, titular da Espanha campeã do mundo na África do Sul. O ex-lateral contou que utilizou a mesma superstição antes da final contra a Holanda, em 2010, e decidiu compartilhar o ritual com o atual dono da posição na seleção.
O costume surgiu na campanha do primeiro título mundial da Espanha. Na ocasião, a equipe venceu a Holanda por 1 a 0 na prorrogação e, desde então, Capdevila costuma brincar que a moeda continua enterrada no gramado do Soccer City, em Joanesburgo.
A coincidência chamou atenção porque Cucurella foi um dos destaques da campanha espanhola no Mundial. Após a revelação de Capdevila, a superstição rapidamente viralizou entre os torcedores, que passaram a associar o ritual ao bicampeonato da Fúria. Nas redes sociais, muitos brincaram que a moeda já se tornou um “amuleto oficial” da seleção e defenderam que o costume seja mantido nas próximas edições da Copa do Mundo.
Dezesseis anos depois, a tradição ganhou uma nova versão. Cucurella repetiu o ritual antes da decisão contra a Argentina e viu a Espanha levantar sua segunda taça de Copa do Mundo. A superstição rapidamente virou assunto entre torcedores nas redes sociais e, segundo o jornal espanhol Marca, já há quem espere que o amuleto seja usado novamente na edição de 2030.







































