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·07 de fevereiro de 2026

Tapia falha, mas brilha nos pênaltis e Palmeiras conquista Supercopa em cima do Corinthians

Imagem do artigo:Tapia falha, mas brilha nos pênaltis e Palmeiras conquista Supercopa em cima do Corinthians

Após um clássico eletrizante, que terminou com um gol para cada lado, o Palmeiras superou o Corinthians nos pênaltis para conquistar a Supercopa Feminina

A goleira Tapia, que falhou no gol corintiana, se redimiu nas penalidades e confirmou o título palmeirense com três defesas. A temporada para as Palestrinas começou como terminou a última: com título em cima do maior rival. 


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Clássico eletrizante

Foi um inicio de clássico aberto. Depois de levar um susto, o Corinthians respondeu prontamente e chegou ao gol em ataque rápido. Duda virou o lance para Jaqueline na direita, e a atacante cortou a marcação e bateu forte de canhota. Tapia não conseguiu evitar o gol. 

O início frenético de clássico foi interrompido pela lesão de Lelê, que deixou o campo machucada após sete minutos de paralisação (Nicole entrou). Na volta, as Brabas quase aumentaram a vantagem após cobrança de falta de Duda Sampaio e desvio de Gabi Zanotti. A bola parou na trave! 

O Palmeiras, então, conseguiu reagir. Andressinha mandou lançamento na medida na segunda trave e Bia Zaneratto, de volta, apareceu para concluir de cabeça e deixar tudo igual. 

Pouco antes do intervalo, Jaqueline ainda teve a chance de recolocar as Brabas na frente. Após jogada de Ana Vitória, a atacante recebeu na área e finalizou forte de perna direita. Tapia evitou o gol com uma defesaça. 

Campeão só sai nos pênaltis

O clássico continuou eletrizante no segundo tempo e quem teve primeiro a chance de ficar na frente foi o Palmeiras. Bia Zaneratto fez grande jogada na canhota e deixou para Fê Palermo cruzar para Brena na cara do gol, mas o chute foi por cima do alvo. Duda Sampaio e Belén Aquino responderam, e também ficaram no quase. 

Foi um duelo também muito marcado pelas transições. Os ataques eram sempre com muita objetividade e Andressa Alves, em bela jogada, bateu forte de canhota de fora da área. A marcação se jogou na bola e desviou. Tapia viu a bola parar no travessão. 

Com as alterações, as Brabas passaram a controlar mais o jogo e Robleto chegou muito perto da virada ao receber de Andressa Alves nas costas da defesa. A atacante tirou da goleira e tentou de canhota, mas mandou por cima diante de um gol vazio. 

As Palestrinas também tiveram chances de vencer, após duas jogadas de Tainá Maranhão. A camisa 11 primeiro ameaçou, e depois deixou Brena na boa na área para concluir. O chute passou perto da trave e a decisão do título foi para os pênaltis. 

Se Zaneratto confirmou sua cobrança, Zanotti acabou parando em defesaça de Tapia. Só que a estreante Gláucia parou em Nicole e Brena, que falhou duas vezes nos 90 minutos, também desperdiçou sua cobrança, que triscou o travessão. Jhonson teve a chance de confirmar o título, mas Tapia recolocou as Palestrinas na disputa. A goleira acabou terminando o jogo como a destaque e, com a defesa no chute de Tamires, confirmou o título palmeirense. 

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