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·04 de setembro de 2026
Treino do Palmeiras mira o que faltou contra o Santos

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O elenco voltou ao trabalho na manhã desta sexta-feira (4), na Academia de Futebol, depois da classificação na Vila Belmiro e de um dia de folga na quinta. E o que o grupo fez no gramado diz bastante sobre o que a comissão viu no jogo do Santos.
A sessão dos que foram a campo teve passe e posse de bola em campo reduzido e, na sequência, um trabalho específico de finalização e enfrentamentos no último terço, com foco em situações ofensivas.
Porque o Palmeiras acabou de atravessar 90 minutos com um número que não aparecia havia meses.
1 no alvo
Foi a única finalização certa do Palmeiras nos 90 minutos da Vila Belmiro, em nove tentativas. Nos três jogos anteriores de mata-mata na Copa do Brasil, o time havia chutado 18, 14 e 20 vezes, nunca com menos de quatro no alvo.
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Foi um jogo de contenção deliberada — o Verdão tinha 3 a 0 no bolso e administrou —, mas o treino desta sexta mostra que a comissão não tratou o número como detalhe de circunstância. A análise das atuações mostrou um ataque que não apareceu em nenhum momento da partida.
Nem todo mundo foi ao campo. Quem atuou por mais de 45 minutos contra o Santos cumpriu cronograma de recuperação nas áreas internas do centro de excelência, para reduzir o desgaste acumulado na sequência de jogos decisivos.
O corte separa quem começou e ficou dos que entraram no intervalo: Agustín Giay e Flaco López saíram aos 45, e Khellven e Vitor Roque cumpriram só a etapa final. É a mesma lógica de administração que fez Abel poupar Gustavo Gómez, Joaquín Piquerez e Vitor Roque no jogo — o calendário de seis jogos em 19 dias não deixa margem para tratar recuperação como opcional.
Há um motivo extra para olhar o que acontece na Academia nesta semana: no domingo, Abel Ferreira não estará na beira do campo. O STJD aplicou dois jogos de suspensão nesta mesma sexta-feira, e quem comanda contra o Botafogo é o auxiliar João Martins.
O treinador pode preparar o time durante a semana e falar no vestiário — o que não pode é intervir durante o jogo. Na prática, o trabalho destes dias é a parte da influência dele que sobrevive ao domingo. A decisão cabe recurso, e o clube ainda pode pedir efeito suspensivo.
Além do treinador, o time não conta com Arthur, cuja suspensão foi mantida, e entra em campo com quatro titulares pendurados. A bola rola às 18h30 de domingo, no Nilton Santos, pela 26ª rodada.







































