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Papo na Colina

·04 de fevereiro de 2026

Vasco recusa oferta de clube grego por Barros e trata volante como “peça fundamental” para 2026

Imagem do artigo:Vasco recusa oferta de clube grego por Barros e trata volante como “peça fundamental” para 2026

O Vasco adotou uma postura irredutível no mercado europeu para proteger suas joias e manter a espinha dorsal do time. A bola da vez foi o volante Cauan Barros, que recebeu uma proposta oficial do AEK Atenas, atual líder do Campeonato Grego. Segundo apuração do Jogada10, a diretoria cruzmaltina recusou prontamente a oferta, alegando que os valores apresentados não condizem com o potencial do atleta e que ele é tratado internamente como “peça fundamental” no planejamento para a temporada de 2026.


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Blindagem contratual contra o assédio europeu

Não é a primeira vez que Barros entra na mira do Velho Continente, o que acende o alerta em São Januário. Recentemente, o Vasco já havia rejeitado uma oferta de 5 milhões de euros (R$ 32 milhões) do Torino, da Itália, além de ter recebido sondagens do Galatasaray, da Turquia. Ciente da valorização do atleta, o clube se resguarda em um contrato longo, válido até dezembro de 2027.

O grande trunfo da diretoria para evitar uma saída indesejada é a multa rescisória astronômica: 50 milhões de euros (cerca de R$ 314 milhões). Essa “parede” financeira dá ao Vasco o controle total da situação, permitindo negociar apenas se os valores forem realmente irrecusáveis. O entendimento é que vender Barros agora, por valores abaixo da multa, seria um erro estratégico, visto que o jogador tende a se valorizar ainda mais sendo titular absoluto em 2026.

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Barros teve performance impactante em seu retorno e se tornou titular do Vasco em pouco tempo – Foto: Matheus Lima/Vasco

Trajetória de evolução e titularidade absoluta

A decisão de segurar Barros passa diretamente pelo seu desempenho dentro das quatro linhas. Revelado na base do Vasco, o volante subiu aos profissionais em 2023, mas precisou sair para ganhar rodagem e maturidade. Seus empréstimos ao Amazonas (27 jogos e 2 gols) e ao América-MG (28 jogos e 5 gols) foram cruciais para essa evolução. Ele retornou ao Vasco na metade do ano passado a pedido expresso de Fernando Diniz e não decepcionou.

Desde que foi reintegrado, Barros assumiu a titularidade e trouxe o equilíbrio defensivo que o time tanto precisava. Ao lado de nomes experientes como Robert Renan e Carlos Cuesta, o jovem de 21 anos foi um dos pilares da sequência invicta de mais de dez jogos no segundo semestre de 2025. Com 24 partidas disputadas e um gol marcado desde sua volta, ele se consolidou como o “motor” de proteção à zaga, aliando força física na marcação com uma saída de bola qualificada, característica vital para o esquema tático de Diniz.

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Cauan Barros em treino do Vasco, no CT Moacyr Barbosa – Foto: Dikran Sahagian/Vasco

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