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·19 de junho de 2026
Veja como foram as mudanças de escudo feitas pelo Grupo City em outros clubes

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·19 de junho de 2026

A discussão sobre uma possível modernização no escudo do Bahia colocou os holofotes sobre o histórico de transformações visuais promovidas pelo Grupo City em suas equipes espalhadas pelo mundo.
O debate, que ganhou força nos últimos dias, com declarações da Associação e rumores de bastidores, levanta curiosidade sobre qual é o verdadeiro padrão estético do conglomerado árabe ao assumir o controle visual de uma nova instituição de futebol.
Uma análise detalhada das últimas reformulações de identidade visual comandadas pelo Grupo City indica um padrão muito claro: a busca pela uniformização de formatos e conceitos. Na grande maioria das vezes, os antigos emblemas dão lugar a designs circulares, com o nome da agremiação destacado nas bordas e símbolos históricos preservados de maneira minimalista no centro.
Abaixo, a imagem ilustra a linha do tempo dessas modificações ao longo dos anos de expansão do grupo:

As mudanças de escudo feitas pelo Grupo City (Foto: Planetafobal.com)
Ao observar a cronologia das transformações gráficas expostas acima, é possível entender como a engrenagem de marketing de Manchester atua em diferentes mercados internacionais buscando captar detalhes culturais de cada local.
Animais tradicionais de Melbourne; uma embarcação como símbolo de Manchester; o símbolo de um sol tradicional da bandeira do Uruguai; e a ferrovia de Mumbai que transporta mais de 2 bilhões de pessoas na cidade por ano.
Por outro lado, o escudo do Shenzen é o que ganhou um design gráfico em lugar do mascote que ocupava a maior parte do símbolo anterior.
Detalhamos abaixo cada uma das mudanças:

Foto: Planetafobal.com
O Grupo City não possui controle majoritário do Yokohama F. Marinos e possui acordo de parceria com o Bolívar, não tendo contrato de propriedade.
Os exemplos contidos na imagem demonstram que o Grupo City costuma aplicar a sua marca de forma impositiva em clubes que necessitam de um reposicionamento completo no mercado local, como ocorreu na Austrália, na Índia e na China.
No entanto, em praças onde o peso da camisa e o tradicionalismo das arquibancadas já existem, a postura da empresa se apoia na preservação dos símbolos fundamentais.
Nesses casos, o departamento de marketing do Grupo busca apenas melhorias de legibilidade digital ou resgate de tradições do passado; como foram casos do Manchester City e Girona.
No caso específico do Esquadrão, o escudo já apresenta um padrão similar ao de clubes que formam o Grupo City, em formato redondo. Contudo, o que pode ocorrer é a simplificação dos símbolos dentro da circunferência, ou, por exemplo, remeter a um escudo anterior.

Foto: Trivela
É importante ressaltar qualquer intenção de mexer na estrutura do escudo atual precisará respeitar a soberania dos sócios do clube associação.
Como o torcedor tricolor possui voz ativa e poder de veto garantido em Estatuto, a tendência é que um possível rebranding leve em consideração a forte identificação do escudo que já existe entre os torcedores tricolores, com propostas simples de modernização.







































