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·04 de setembro de 2026
Venda de Allan foi a última? Palmeiras define posição sobre o mercado

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·04 de setembro de 2026

A pergunta que o torcedor faz desde a venda de Allan tem, agora, uma resposta da direção: o Palmeiras considera encerrado o ciclo de saídas desta janela. Foram cinco jogadores embora, e o clube sinaliza que fechou a porta.
A sinalização é clara, mas o calendário não colabora com promessas. A janela brasileira fecha em 11 de setembro — e é ela que impede o Palmeiras de contratar depois dessa data. Vender é outra história: os mercados europeu e de outras confederações seguem seus próprios prazos, e uma proposta grande que chegue de fora não depende do calendário daqui.
Foi assim que Allan saiu. É assim que pode sair mais alguém — não por vontade do clube, mas por valor.
Para entrar, a régua é a mesma que Abel Ferreira descreveu na coletiva da Vila Belmiro: não se contrata por contratar, e o critério é da presidência. O clube não pretende fazer grande negociação nesta janela e trabalha com faixa de oportunidade — algo em torno de 10 a 12 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 72 milhões.
Um nome sondado nesse recorte é o do atacante Helinho, do Toluca, do México. A busca por ataque tem razão dupla: as saídas recentes e o departamento médico, com Paulinho entre os desfalques.
O Palmeiras entra na parte decisiva do ano disputando três competições com um grupo que o próprio treinador chama de enxuto — foi o que ele disse ao explicar por que poupou Gustavo Gómez, Joaquín Piquerez e Vitor Roque na classificação sobre o Santos.
São seis jogos em 19 dias em setembro, quartas de Libertadores contra a LDU, a liderança do Brasileirão por um ponto e uma semifinal de Copa do Brasil em novembro. Se a janela fechar sem reforço, a conta terá de ser feita com quem está — e com a base, que volta a decidir uma final Sub-20 justamente agora.
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