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·09 de abril de 2026

WTorre avança em conversa para mudar nome do Allianz Parque

Imagem do artigo:WTorre avança em conversa para mudar nome do Allianz Parque

O estádio do Palmeiras pode passar por uma mudança importante fora de campo. As tratativas para que o Nubank assuma os naming rights da arena avançaram nos últimos dias, em uma negociação feita com a WTorre e que ainda exige acordo com a Allianz, dona atual da propriedade até 2034.

  • O Nubank é o banco que aparece como interessado em assumir o nome da arena.
  • A negociação é conduzida pela WTorre, administradora do estádio.
  • A proposta citada é de US$ 10 milhões por ano, cerca de R$ 51 milhões anuais, até 2044.
  • O contrato atual com a Allianz vai até 2034 e precisaria ser encerrado para a troca acontecer.
  • O Palmeiras recebe 15% da receita dos naming rights, embora não participe diretamente da negociação.

Nubank avança por naming rights da arena do Palmeiras, e estádio pode deixar marca da Allianz

O estádio do Palmeiras pode passar por uma das mudanças comerciais mais relevantes desde sua inauguração. As conversas para troca dos naming rights avançaram, e o Nubank desponta como o interessado em assumir o nome da arena hoje conhecida como Allianz Parque. As negociações são mantidas com a WTorre, responsável pela administração do estádio.


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A possível mudança ainda não está fechada, mas o estágio atual das tratativas já indica um movimento concreto de mercado. Para que a troca seja viabilizada, será necessário costurar um acordo com a Allianz, que mantém contrato em vigor por mais oito anos.

O que está em negociação

Segundo as informações publicadas nesta quinta-feira pelo GE e confirmadas pelo PORTAL DO PALESTRA, a proposta em discussão gira em torno de US$ 10 milhões por temporada, algo próximo de R$ 51 milhões por ano, em um vínculo até 2044, data que marca o fim da parceria entre WTorre e Palmeiras.

O valor é bem superior ao acordo firmado com a Allianz no início da operação da arena. O contrato da seguradora foi assinado por 20 anos, até 2034, e previa R$ 300 milhões no total, com média inicial de R$ 15 milhões por temporada. Hoje, com correção inflacionária, a quantia anual supera R$ 25 milhões, mas é tratada como defasada diante do mercado atual.

Por que a troca ainda depende de outro passo

Apesar do avanço, a substituição da marca não pode acontecer de forma automática. O contrato da Allianz segue válido, e qualquer mudança exige uma negociação para encerrar esse acordo antes do prazo originalmente previsto. Esse é o ponto central que ainda separa a conversa comercial de uma oficialização.

A WTorre foi procurada, mas não confirmou as tratativas. Ainda assim, a existência das conversas frequentes com o banco foi relatada na apuração publicada nesta quinta-feira.

Quanto o Palmeiras pode ganhar com a mudança

Embora não participe diretamente da negociação, o Palmeiras também acompanha o tema com interesse financeiro. Pelo acordo firmado para exploração comercial do estádio, o clube recebe 15% do valor total arrecadado com os naming rights. Isso significa que, caso a troca seja concluída nos moldes discutidos, a receita palmeirense com essa propriedade também tende a crescer.

A operação, portanto, não mexe apenas com a identidade comercial da arena. Ela também pode elevar a arrecadação do clube em um momento em que receitas recorrentes e contratos mais robustos ganham peso cada vez maior no futebol brasileiro.

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