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·26. Februar 2026
Rui Borges antevê Estoril: «Vão causar-nos problemas que ainda não temos tido»

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Na véspera da receção ao Estoril Praia, em jogo da 24ª jornada da Liga Portugal Betclic e que arranca às 20h45 desta sexta-feira, Rui Borges, treinador do Sporting, fez a habitual antevisão na qual falou sobre a partida e outros temas da atualidade do clube.
Análise ao adversário: «Acho que vai ser dos jogos mais difíceis da época. Têm muitas semelhanças com a nossa equipa a nível ofensivo, de dinâmicas, gostam de ter bola e têm jogadores acima da média. Claro que tem alguns desequilíbrios devido à ambição a nível ofensivo. Vão causar-nos problemas que ainda não temos tido.»
Renovação: «Tenho contrato até 2027 e só estou focado em lutar pelas competições em que estamos inseridos até ao final da temporada.»
Calendário: «É importante ter todos os jogadores disponíveis para manter o nível em termos de rotação no plantel, para manter a competitividade e qualidade. Podemos pensar que esta é a fase mais decisiva da época, com todas as competições a jogarem-se nesta altura. É uma fase importante no desfecho das competições em que estamos inseridos, jogos difíceis, mas estaremos todos motivados de forma a conseguirmos lutar nessas provas e, se tivermos todos os jogadores disponíveis, será importante.»
Clássico na terça-feira: «Não falei do jogo com o FC Porto com ninguém, muito menos com os jogadores. Como já disse, penso que será um dos jogos mais complicados do campeonato, até pela sua qualidade e pela competência do seu treinador, que tem feito um excelente trabalho nestas duas épocas à frente do Estoril. Não há como pensar nos próximos jogos, até porque esse será para a Taça de Portugal, são competições diferentes. O nosso foco é o campeonato, sabemos que estamos atrás por estarmos em segundo e só deixamos de estar em segundo se ganharmos.»
Estoril olhos nos olhos: «Espero o mesmo Estoril. Ambicioso, pressionante e a jogar olhos nos olhos com qualquer adversário como tem vindo a fazer. É uma equipa que da primeira volta para a segunda mudou um pouco o seu sistema inicial de jogo, mantendo as dinâmicas, mas é uma equipa que tem muita variabilidade durante o jogo. Vai-nos obrigar a pensar de forma diferente em termos defensivos. Será um jogo difícil.»
Debast: «Está a treinar. Não vai a jogo por opção, porque voltou agora de lesão há pouco tempo. Mas está pronto para dar o seu contributo a partir de agora. Sobre a recuperação, não se passou nada, apenas quando voltou, não estava a 100 por cento e queremos sempre perceber o estado do jogador e ele ainda sentia um desconforto, pelo que optámos em abrandar e melhorar a sua condição física.»
Outras baixas: «O Kochorashvili está fora e o Mangas também. O Fotis está em dúvida. O regresso dele é idêntico ao do Zeno, no sentido de ser uma lesão específica. De resto, o Nuno Santos está bem. O único problema é que esteve muito tempo parado. A decisão está lá, a qualidade, mas falta a parte física e atlética. Está a sentir-se cada vez melhor e disponível. O Pote... já fizemos grandes jogos com o Pote e agora sem ele.»
Momento do Sporting: «A nossa intensidade baixou em alguns jogos, mas a qualidade está sempre lá. Os 19 jogos dizem isso mesmo. Somos regulares. Começámos bem a época, tirando o jogo do FC Porto, que perdemos em casa. De resto temos sido muito consistentes em todas as competições. Se calhar em relação à época passada a diferença é termos muito mais jogadores a voltar de lesão, que o ano passado, nesta altura, tivemos de descartar do playoff da Liga dos Campeões porque jogámos com muitos miúdos da equipa B.»







































