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·16 de junio de 2026

Cedric não confirma permanência no São Paulo mas diz que está feliz e adaptado ao clube

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Lateral direito do São Paulo confessa em entrevista que não tem como confirmar sua permanência até o fim de 2027 no clube mas ele afirma estar feliz e adaptado ao Tricolor


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Em entrevista ao Ge, o lateral português do São Paulo, Cedric Soares, falou sobre a possibilidade de saída mas desconversou além de dizer que está bem e feliz no clube:

“O São Paulo é um clube muito grande, tenho contrato, estou feliz no clube, minha família está adaptada à cidade, a cidade é incrível, sinto bastante apoio dos colegas, que me receberam sempre de forma positiva, é como digo, o dia a dia, morar em São Paulo e jogar no São Paulo é uma experiência única. Você caminha na rua e vem uma criança tirar uma foto contigo, aquele orgulho, e você ser o ídolo aquela criança, daquela família, são coisas que acontecem muito em países latinos, e o Brasil vive o futebol de forma muito apaixonante.

Acho que isso é muito positivo, vejo com bons olhos. Não consigo responder bem a pergunta (sobre permanência), mas neste momento me sinto feliz, bem adaptado, quero seguir contribuindo e o futuro só a Deus pertence.”

Sobre Crespo, Roger Machado: Tento sempre levar para o lado do aprendizado, a lidar com opiniões diferentes em alguns momentos, não especificamente com Crespo, se calhar com ele tive o período com mais jogos, junto com Zubeldia, no ano passado joguei 44 jogos, são muitos jogos em uma época, acho que só tive esse número de jogos com seleção, agora sem seleção nunca tive tantos jogos em uma temporada.

Não quero ligar ao Crespo, são momentos dos jogadores, decisões dos treinadores, talvez naquele momento não estava a ser visto como titular absoluto, ele optou por outras opções, como em outros momentos fui titularíssimo, fiz jogos que quem está próximo sabe que joguei com dedo partido do pé, coisas que nunca fiz na vida, mas porque vi a necessidade de jogar, para poder contribuir, ajudar quando tinha necessidade.

Claro que houve sempre uma pressão muito grande no Roger, acho que foi algo óbvio desde o início. Os jogadores é normal sentirem, as coisas chegam mesmo que você tente não estar dentro da notícias diárias, mas a informação chega a nós, tínhamos noção disso. Mas acho que a equipe tentou se unir, trabalhar de forma positiva, tentamos dar uma resposta, acho que houve, o Roger tem umas características diferentes do grupo, acho que o grupo tentou abraçá lo, dar uma resposta, em alguns momentos não conseguimos o resultado e sabemos que no futebol o resultado é crucial. “

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