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Revista Colorada

·27 gennaio 2026

Técnico do Inter, Pezzolano é culpado por Gre-Nal passar longe de placar esperado

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O Gre-Nal definitivamente deixou de ser um clássico travado, de poucas emoções e placares mínimos. Os números comprovam isso. O maior duelo do futebol gaúcho não termina em 0 a 0 desde 2021, quando Internacional e Grêmio empataram sem gols na Arena, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Desde então, já são 16 Gre-Nais consecutivos com pelo menos um gol marcado, uma sequência que escancara a mudança de perfil do clássico ao longo dos últimos anos.

O Gre-Nal 449, disputado neste domingo no Beira-Rio, não apenas manteve essa série como elevou o nível de forma histórica. A vitória do Inter por 4 a 2 fez o clássico voltar a registrar seis gols em uma única partida, algo que não acontecia desde 2001, há 25 anos. Naquela ocasião, o duelo também foi marcado por intensidade, alternância de domínio e um placar fora do padrão tradicionalmente associado ao confronto.


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O resultado reforça uma tendência clara: o Gre-Nal passou a ser decidido muito mais pelo jogo ofensivo do que pela cautela extrema. Nos últimos encontros, as equipes têm assumido riscos maiores, pressionado mais alto e apostado em propostas de jogo que privilegiam transições rápidas, ataques organizados e presença constante na área adversária. O clássico deixou de ser apenas tensão e passou a ser também espetáculo.

O duelo deste domingo simboliza perfeitamente esse novo cenário. Foram seis gols, diversas grandes chances criadas, viradas no placar e um ambiente elétrico no Beira-Rio. O Internacional mostrou agressividade, eficiência e intensidade, enquanto o Grêmio, mesmo derrotado, também contribuiu para um jogo aberto, com bolas longas, chegadas ao ataque e disposição para atacar mesmo fora de casa.

O fim da sequência de empates sem gols não é apenas uma curiosidade estatística, mas um reflexo direto da evolução tática e mental das equipes. Hoje, perder um Gre-Nal tentando jogar parece menos traumático do que empatar se defendendo. Isso muda completamente a dinâmica do clássico e o torna mais imprevisível, mais intenso e muito mais atrativo para o torcedor.

Ao completar 16 clássicos seguidos com gols e reviver um placar histórico que não se repetia desde o início dos anos 2000, o Gre-Nal 449 entra para a lista dos confrontos que ajudam a redefinir o tamanho e o impacto do maior clássico do Sul do país. Se antes o medo de perder travava o jogo, agora a ambição de vencer tem falado mais alto. E o torcedor, claramente, agradece.

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