André Villas-Boas e a saída de Rodrigo Mora: «Típica memória seletiva da 'painelada' nacional» | OneFootball

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·25 de agosto de 2026

André Villas-Boas e a saída de Rodrigo Mora: «Típica memória seletiva da 'painelada' nacional»

Imagem do artigo:André Villas-Boas e a saída de Rodrigo Mora: «Típica memória seletiva da 'painelada' nacional»

Para além dos ataques a Sporting e Benfica na edição do editorial de agosto da Revista Dragões, o presidente do FC Porto, André Villas-Boas, quebrou o silêncio sobre a saída de Rodrigo Mora para a AS Roma.

O dirigente deixou critica às «tristes opiniões» do advogado do atleta, que garante terem tido «zero influência no desfecho das negociações entre clubes», mas que «obrigaram os pais do jogador a distanciarem-se das suas palavras e o agente do jogador a pedir desculpa à instituição».


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Para além disso, o líder portista comparou a saída do jovem português com o negócio que levou Diego Moreira para o AC Milan.

«Neste verão, dois jogadores formados em clubes portugueses chegaram ao futebol italiano através de operações com uma referência académica de 50 milhões de euros. Diego Moreira saiu do Benfica a custo zero, passou pelo Chelsea, pelo Lyon e pelo Strasbourg e chegou agora ao AC Milan por 50 milhões. Rodrigo Mora seguiu um caminho diferente: foi formado no FC Porto, cresceu no nosso clube, encantou os nossos corações e chegou à AS Roma numa operação que o valoriza em 50 milhões de euros, garantindo ao FC Porto um encaixe imediato relevante e a preservação de uma participação determinante no seu futuro», atira.

«De repente, instalaram-se a preocupação, a comoção, a tristeza e a fiscalização financeira, aos quais se juntou a típica memória seletiva da 'painelada' nacional. Perder um talento a custo zero não merece comentário; valorizá-lo em 50 milhões de euros transforma-se num problema, desde que o mérito e o retorno fiquem a Norte», refere, não fechando portas ao regresso de Mora.

«Rodrigo Mora junta-se a Vitinha, Rúben Neves, Diogo Dalot, Fábio Vieira e Fábio Silva, filhos da casa que partiram cedo para outras aventuras e que continuam a levar consigo uma parte da nossa identidade. Longe de casa mas perto do coração. Caro Rodrigo, o Dragão que te levou até Roma é o mesmo que, um dia, te trará de volta», concluiu.

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