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·06 de janeiro de 2026
Carlos Vicens: «Percebe-se no edifício e no ambiente que é um jogo especial»

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·06 de janeiro de 2026

Na antevisão ao duelo frente ao Benfica, a contar para as meias-finais da Taça da Liga, Carlos Vicens, treinador do SC Braga, realçou que a próxima partida tem um cariz especial, expressando a vontade dos arsenalistas em alcançar a final da competição.
Jogo especial: «Percebe-se no edifício e no ambiente com os jogadores que é um jogo especial que nos dá motivação para o enfrentarmos com a mentalidade de que necessitamos. Nota-se nos treinos.» Expetativas para a partida: «Jogámos há pouco tempo com o Benfica, num jogo de alta intensidade, de alta exigência e amanhã podemos esperar uma partida com essas características e temos de estar preparados para encarar o jogo com muita concentração, sabemos que temos 90 minutos, porque não há prolongamento. Temos de ter confiança e motivação para fazermos um bom jogo e fazer os possíveis para ganhar, para podermos estar na final.»
Relativizar os golos concedidos: «Os jogos têm diferentes momentos e temos trabalhado para dar uma resposta boa, competitiva e de equipa para superar esses tais diferentes momentos. Os golos são dois de bola parada e outro de uma perda de bola, não de pura desorganização defensiva, mas de situações concretas e temos de estar prontos para esses detalhes, porque podem tirar-te da final, no caso do jogo de amanhã. Temos de estar muito focados nas bolas paradas e temos de ter um rigor especial.»
Lagerbielke é opção?: «O Lagerbielke temos de ver, pois esperávamos isso há uma semana que parecia perto, mas ainda faltava um pouco e por isso neste género de coisas temos de ser prudentes para não agravar algo que possa existir. Não procuramos desculpas nos que não estão, procuramos sempre soluções com os que estão. Não gostamos de ter lesionados, mas quando não estão, não estão e não há nada a fazer. »
Treinador exprime desejo: «Espero quea a arbitragem não seja o foco. O foco do jogo de amanhã, que é uma meia-final bonita para o futebol português, deve estar no jogo em si para bem do futebol. A nossa mentalidade está em dar a melhor resposta possível ao que se passa em campo. Todo o ruído, quando pensamos que não estão a fazer as coisas bem, não pode ter influência. Mesmo que consideremos algo injusto em campo, não se pode fazer nada e tem de se continuar a jogar e a trabalhar.»









































