MundoBola
·29 de janeiro de 2026
Dublagem escancara desespero do Flamengo em pênalti ignorado contra São Paulo

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·29 de janeiro de 2026

A polêmica no fim de São Paulo x Flamengo ganhou novos contornos após a divulgação da leitura labial feita pelo dublador Gustavo Machado. O profissional recriou os diálogos entre jogadores e o árbitro Wilton Pereira Sampaio no lance do pênalti não marcado em Arrascaeta.
No vídeo publicado nas redes sociais, Gustavo Machado dubla as falas de atletas do Flamengo e do próprio árbitro logo após o contato de Alan Franco em Arrascaeta dentro da área. As imagens reforçam o clima de incredulidade e revolta dos jogadores diante da decisão de não marcar a penalidade.
Segundo a leitura labial, Jorginho, Arrascaeta e Bruno Henrique cobram de forma imediata a infração. “É pênalti, Wilton”, repetem os atletas, enquanto Léo Pereira insiste na necessidade de revisão. “Tem que ir no VAR”, cobra o zagueiro.
Na sequência, a dublagem atribui ao árbitro a explicação que causou ainda mais indignação em campo. “Ele encostou, mas não impacta o Arrascaeta. Impacto nenhum”, teria dito Wilton Pereira Sampaio, o que corrobora com o diálogo com o VAR para não recomendar a revisão.
A reação dos jogadores do Flamengo é imediata. “Como não impacta?”, questiona Arrascaeta, visivelmente desesperado. “Se tocou, como não impacta?”, reforça Léo Pereira, ainda segundo a leitura labial reproduzida no vídeo.
O momento mais tenso ocorre após o apito final. Jorginho repete diversas vezes a frase “é uma vergonha”, direcionada à decisão da arbitragem, o que culmina na expulsão do volante. A súmula do jogo registra exatamente essa frase como base para o cartão vermelho direto aplicado pelo árbitro.
Além disso, a dublagem também mostra Léo Ortiz direcionando críticas duras a Wilton Pereira Sampaio. “É muito fraco você, Wilton. Na primeira rodada já”, teria dito o defensor rubro-negro, evidenciando a insatisfação generalizada com a condução da partida.
No fim, o Flamengo deixou o Morumbis derrotado e ainda não terá Jorginho na segunda rodada do Brasileirão.
O áudio do VAR, divulgado pela CBF após a partida, mostra a justificativa adotada para não recomendar a revisão do lance envolvendo Arrascaeta. Na conversa, Rodrigo D'Alonso Ferreira admite o contato de Alan Franco no jogador do Flamengo, mas sustenta que o toque não teve impacto suficiente.
A explicação gerou ainda mais questionamentos, já que o contato é reconhecido, mas tratado como irrelevante em um lance decisivo, ocorrido no último minuto dos acréscimos. O critério adotado pelo VAR entra em choque com as imagens da jogada e ajuda a explicar a revolta em campo logo após o apito final.








































