Zerozero
·12 de agosto de 2026
Mais uma para as galerias de Paris

In partnership with
Yahoo sportsZerozero
·12 de agosto de 2026

Em 2025 o PSG conquistou a primeira Liga dos Campeões e, depois, a primeira Supertaça Europeia da sua história. Em 2026, repetiram a dose e duplicaram a secção continental do seu museu!
Foi esta quarta-feira que a bola rolou na disputa pelo primeiro troféu da temporada e eis que a força dominante do futebol europeu voltou a celebrar. O Aston Villa conseguiu dar luta e foi parte importante de um bom espetáculo de futebol em Salzburgo, mas os (bons) argumentos provaram-se insuficientes.
Era natural que o favoritismo fosse parisiense. Embora ambas as equipas se descrevam como campeãs europeias, só uma delas é a verdadeira campeã (ou bicampeã) e por isso chegou a este jogo com a responsabilidade de vencer. Dada a extensa lista de ausências do lado inglês, enquanto os franceses puderam contar com os seus internacionais.
Ainda assim o jogo foi, de certa forma, equilibrado. Os pupilos de Luis Enrique dominaram a posse de bola, como seria de esperar, mas não foram a equipa que mais ameaçou a baliza, já que Unai Emery nunca deixou de ser um dos mais capazes treinadores em jogos a eliminar.
O PSG marcou primeiro. Khvicha Kvaratskhelia, um dos poucos com pré-época completa, ameaçou o primeiro e cumpriu a promessa no lance seguinte, com um remate forte a bater Marco Bizot, após passe de Doué. Esse golo mexeu com a confiança do Aston Villa, que recuou um pouco e colocou-se à mercê de mais sofrimento, mas acabou por conseguir recalibrar-se.
Ainda na primeira parte, os villans chegaram-se à frente. Na ausência de Watkins, o ponta de lança titular foi o estreante Brian Madjo e o prodígio tratou de se anunciar ao mundo com muito envolvimento no ataque. Foram dele todas as situações perigosas, sempre com John McGinn no passe, e aos 45 minutos a bola finalmente entrou. Bateu Pacho no duelo físico e depois finalizou muito bem!
A segunda parte começou com tudo em aberto e numa fase inicial até vimos a equipa vencedora da última Liga Europa a namoriscar com a reviravolta. Madjo e McGinn trocaram os papéis por instantes e o escocês obrigou Safonov a uma grande defesa no primeiro lance de perigo, mas as ocasiões secaram um pouco depois disso.
Com uma hora no relógio, as redes voltaram a mexer. Com alguma indiferença de todos os adeptos, Désiré Doué colocou a bola nas redes com mestria, mas a bandeira já estava levantada e por isso não houve festa... inicialmente. O VAR determinou que não houve fora de jogo no momento do passe de Dembélé (lançado ao intervalo) e por isso o 2-1 foi inesperadamente confirmado.
Pouco depois desse segundo golo, Unai Emery, antigo treinador do campeão francês, tirou do campo os seus jogadores de maior impacto. Não por opção, mas por necessidade física. Essa perda notou-se, já que o PSG passou a controlar de uma forma mais confortável.
Ainda surgiram algumas ocasiões que podiam ter mudado o rumo das coisas (Zaire-Emery travou João Gomes aos 75 e Buendía falhou aos 90+5), mas, de resto, o PSG pareceu estar em cruise control e assim levou a vantagem, com tranquilidade, até ao apito final confirmar, uma vez mais, quem é o campeão da Europa por direito!
Désiré Doué (PSG): Mais um troféu carimbado pelo avançado de apenas 21 anos! Não foi uma exibição perfeita, mas foi mais competente e decisiva que a de qualquer outro jogador, já que assistiu o primeiro golo e marcou o segundo.
Khvicha Kvaratskhelia (PSG): Não tendo ido ao Mundial, foi o único dos grandes craques da noite a chegar a este jogo com a pré-época completa e isso notou-se. 88 minutos de alta intensidade, a contar um golo e uma grande dor de cabeça para Cash, Pau Torres e Bizot.
John McGinn (Aston Villa): O nome da noite do lado inglês é o estreante Brian Madjo, que se anunciou ao mundo com um golo aos 17 anos, mas McGinn foi o melhor. O escocês estava em dúvida para o jogo, mas apareceu e brilhou em todos os momentos que teve bola. Podia ter saído com mais uma ou duas assistências...

Onze do PSG:
Matvey Safonov, Willian Pacho, Marquinhos, Achraf Hakimi, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves, Warren Zaïre-Emery, Maghnes Akliouche, Khvicha Kvaratskhelia, Désiré Doué

Onze do Aston Villa:
Marco Bizot, Matty Cash, Ian Maatsen, Victor Lindelöf, Pau Torres, João Gomes, George Hemmings, Boubacar Kamara, John McGinn, Emiliano Buendía, Brian Madjo
1':

Começou a partida
20':

GOLO PSG! Khvicha Kvaratskhelia marca
Khvicha Kvaratskhelia marca o seu 1º golo na prova (1 jogos) Khvicha Kvaratskhelia marcou o seu 28º golo na equipa (81 jogos)
O Villa is partir em contra-ataque, mas houve uma perda de bola e o PSG não desperdiçou. Remate forte de Kvaratskhelia para uma zona em que o guarda-redes podia ter feito mais.
25':

O jogo de repente ficou muito mais difícil para o Aston Villa, que sofreu num lance onde não deveria e agora está a ceder mais oportunidades. A noite pode descambar se o meio-campo não reaparecer.
28':

Aston Villa: Brian Madjo
apareceu na área a desviar de cabeça depois de um cruzamento de McGinn e a bola passou muito perto! Aí está a reação!
41':

Aston Villa: Brian Madjo
volta a aparecer no caminho de um cruzamento de McGinn e desta vez é uma grande perdida! O cabeceamento sai desenquadrado, mas devia ter testado Safonov!
44':

Brian Madjo (Aston Villa) remata ao poste!!!
Levou Pacho à frente e rematou à figura do guarda-redes, que defendeu para o poste. O árbitro não deu canto.
45 +1':

GOLO Aston Villa! Brian Madjo marca
Brian Madjo marca o seu 1º golo na prova (1 jogos)
AGORA SIM, O GOLO! Depois de alguma insistência, o avançado de 17 anos conseguiu empatar. Apareceu ao segundo poste e ganhou novamente o duelo físico a Pacho para finalizar de primeira.
Intervalo:

Mais bola do PSG, mas mesmo assim um jogo equilibrado graças ao atrevimento e fisicalidade que o Aston Villa mostra em momentos de maior confiança. Todos os lances de perigo saíram dos pés de McGinn para a zona de Madjo e a primeira parte terminou com o golo do empate. Tudo em aberto!
50':

Aston Villa: John McGinn
agora trocou de papel com Madjo e recebeu do avançado antes de obrigar Safonov a uma boa defesa.
61':

GOLO PSG! Désiré Doué marca
Désiré Doué marca o seu 1º golo na prova (1 jogos)
Dembélé fez o passe e Doué apareceu sozinho na cara do golo. Boa finalização!
62':

VAR:
GOLO VALIDADO O golo foi inicialmente invalidado por fora de jogo, mas as imagens mostram que Matty Cash, do lado oposto do lance, está a colocar Doué em posição regular.
71':

PSG: Nuno Mendes
enche o pé e faz um grande remate para uma defesa incompleta de Bizot. Kvaratskhelia e Dembélé foram atrás das sobras, mas a defesa limpou assim que conseguiu.
74':

Aston Villa: João Gomes
parecia ter tudo para fazer o golo do 2-2, mas Zaire-Emery apareceu no momento certo para travar o lance. Corte importantíssimo!
82':

PSG: Khvicha Kvaratskhelia
esteve perto de bisar e acabar com o jogo, mas picou a bola sobre o guarda-redes sem a direção certa
82':

Aston Villa: Tammy Abraham
conduziu na resposta imediata e soltou no momento certo para Alysson, mas a última bola saiu imperfeita! Grande ocasião.
85':

O PSG tenta arrefecer o jogo e reforça-se defensivamente, mesmo que procurando manter esse controlo através da posse de bola. Poucos argumentos ofensivos do Aston Villa nesta fase.
90 +5':

Aston Villa: Emiliano Buendía
apareceu na área, em esforço, depois de uma boa jogada de Maatsen pela esquerda, mas o cabeceamento do criativo argentino saiu ao lado. O que seria!
90 +6':

O árbitro apita para o final da partida
Fim de Jogo:

O Aston Villa conseguiu dar luta e foi parte importante de um bom espetáculo de futebol em Salzburgo, mas os (bons) argumentos provaram-se insuficientes perante um PSG que depois de ser bicampeão da Champions consegue agora também levantar a sua segunda Supertaça Europeia de forma consecutiva! Vitória justa, ainda que fique a sensação de que os ingleses, caso tivessem os seus internacionais disponíveis (como os franceses tiveram), poderiam ter ido mais longe.
Melhor em campo:

Désiré Doué (PSG) foi, para a redação do
zerozero
, o melhor jogador em campo. Mais um troféu carimbado pelo avançado de apenas 21 anos! Não foi uma exibição perfeita, mas foi mais competente e decisiva que a de qualquer outro jogador, já que assistiu o primeiro golo e marcou o segundo.


Ao vivo


Ao vivo


Ao vivo

































