RTI Esporte
·09 de setembro de 2026
Fortaleza é acionado na CNRD por dívida na renovação de Renato Kayzer; entenda

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·09 de setembro de 2026

O Fortaleza voltou a ser cobrado na CNRD por uma dívida ligada ao mercado da bola. A Neposiano Intermediação Marketing e Sport Ltda cobra valores pela intermediação da renovação contratual de Renato Kayzer. A empresa atuou no acordo e busca o pagamento da quantia prevista.
A Agência RTI Esporte apurou que cobrança supera R$ 200 mil e acrescenta mais um capítulo ao quadro financeiro delicado vivido pelo clube. O processo envolve uma obrigação relacionada diretamente à negociação que resultou na extensão do vínculo do atacante.
A discussão ocorre em um momento particularmente sensível para o Fortaleza. O clube atravessa um período de restrições financeiras desde o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro e precisa administrar compromissos acumulados em diferentes frentes.
A atuação de empresas e agentes na intermediação de contratos é parte recorrente do futebol profissional. Quando os valores acordados deixam de ser pagos, porém, a negociação pode migrar dos departamentos de futebol para as instâncias de resolução de conflitos.
É esse o caminho adotado pela Neposiano, que recorreu à CNRD para cobrar pela renovação de Renato Kayzer. O valor supera R$ 200 mil e pode gerar nova despesa ao Fortaleza. O caso mostra o impacto de compromissos assumidos em negociações anteriores.
A cobrança envolvendo Renato Kayzer, que atualmente defende o Vitória, ocorre em meio a outro litígio relacionado ao Fortaleza. O representante de Deyverson também recorreu à Justiça para tentar receber valores que, segundo a cobrança, estariam em atraso.
Os dois casos têm origens distintas, mas expõem o cenário financeiro enfrentado pelo clube. Pendências com profissionais podem gerar novos passivos. Isso ocorre justamente quando a margem para erros administrativos é menor.
O clube cearense, portanto, não lida apenas com a necessidade de reorganizar seu elenco. A administração precisa conciliar o planejamento esportivo com obrigações financeiras que continuam chegando à mesa.
A queda para a Série B do Campeonato Brasileiro aumentou a pressão sobre as receitas do Fortaleza. A redução da capacidade de arrecadação impõe uma revisão de despesas e torna a gestão do fluxo de caixa ainda mais relevante.
Nesse cenário, cobranças relacionadas a contratos e intermediações ganham peso. Mesmo valores que parecem pequenos diante do orçamento de um clube de futebol podem se tornar relevantes quando somados a outros compromissos.
A cobrança superior a R$ 200 mil apresentada pela Neposiano passa a integrar esse quadro. O caso ainda terá de seguir os procedimentos próprios da CNRD, responsável por analisar disputas envolvendo agentes e clubes do futebol brasileiro.







































